terça-feira, 1 de julho de 2008

Churrascom 2008/1


No momento me sinto incapacitada de comentar sobre este evento que é o maior da comunicação da Ufes. Volto mais tarde!

Caridade

Semana passada eu fiz uma caridade no ônibus. Sentei ao lado de uma mulher gordinha. Agora vocês devem estar comentando: "Nossa, como a Cris é preconceituosa". Mas não é isso não, já vou me explicar. O Transcol sempre anda lotado e ter um lugar pra sentar em horário de pico é como ver pobre comendo bem todos os dias. Algo raríssimo. Pois bem, quando eu entrei no ônibus, ele tava cheio e tinha um lugar vazio. Logo pensei que devia estar sujo ou algo assim, mas não estava.
Acontece que a mulher sentada nele ocupava mais da metade do outro banco e todos que passavam e iam direto sentar lá, desistiam. Dava pra ver que ela estava sem graça, porque como dizia meu professor de geografia geral da Contec, Júnior Bola, "os ônibus são anti-gordos" e os lugares então nem se fala. Ficop pensando quando não for mais magra, espero que eu tenha um carro. Mas enfim, quando eu me sentei lá, percebi que aparentemente ela ficou mais conforatável, embora tenha se espremido para que eu entrasse naquele minúsculo lugar. fiquei feliz por poder ajudar, embora ninguém possa entender o que essa atitude significa de verdade.

Tupiniquetes parte 2

Uma decisão fundamental o time das Tupiniquetes tomou no último jogo: precisamos jogadoras de peso. Não dá pra ganhar com um time que anseia em ser modelo! Precisamos de alguém que tape o gol, que caia em cima das jogadoras, que movimente no ataque...enfim, alguém fora dos limites das tupiniquetes. Mas quem se habilitará? Pelo bem do time, eu disse que poderia ganhar uns quilinhos a mais, entretanto, não consigo. Acho que tenho algum tipo de déficit alimnetar pois quanto masi eu como, mas eu emagreço! Droga, enquanto todo mundo quando fica nervosa devoar as panelas, eu perco totalemnte a fome. E ainda tem a bendita da tendência. Minha família é magra, o que eu posso fazer? Não é fácil comer quando não se tem fome. Magrinhas também sofrems, mas eu chego lá. Enfim, precisamos de fofas no time, sem zuação. Ninguém quer ganahr uns qulinhos por amor ao time. Será que só eu tenho paixão pela camisa? Sacanagem...rs

Tupiniquetes 2008/1


Então, fomos jogar o torneio de comunicação social da Ufes, o Futcom. Ele acontece uma vez por semestre e junta os mais "pernas-de-pau" do masculino e feminino do curso, mais agregados, diga-se professores e vão todos jogar uma "pelada". É o segundo maior evento do curso, depois do Churrascom, e todos anseiam por receber a tradicional taça que nos glorificará por no máximo duas semanas! É engraçado ver que as meninas das outras turmas realmente querem levar o prêmio e jogam "na raça", ao contrário do meu time, as Tupiniquetes. É incrível ver que a cada clique de foto nos paramos para fazer pose, nao importa em qual momento do jogo estamos. Tem gente que segura a bola com a mão, que arranha e machuca as calouras, que dança no meio do jogo, que bebe antes de entrar em campo...tudo isso é o nosso diferencial hehe. Mas algo muito peculiar aconteceu no último jogo. Quem conhece as Tupiniquetes sabe que nós NUNCA ganhamos uma partida e nunca fizemos um gol (grandes coisas), mas foi incrivel como nossos olhos se voltaram para o gol que nunca existiu. Uma das jogadoras titulares, a Letícia, jogou a bola em direção ao gol e diz o juíz e a torcida que a bola não entrou, mas essa parte do "não entrar" nós do time não vimos. Comemoramos como se tivessemos ganhado a Copa do Mundo. Foi incrível. O nosso primeiro gol (que não foi gol) nos proporcionou momentos incríveis de alegria e satisfação. É lógico que não ganhamos, mas decidimos pelos bem das Tupiniquetes, considerar o gol que não foi. Afinal, foi o tal do arbitro que nem era do time e veio tirar onda pra cima da gente. Ninguém merece! Um estranho querendo estragar o nosso rock. Nunca, Jamás!