terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Que Crepúsculo!

Baixei o livro e o filme. Não aguentava mais tanta euforia de várias jovens a respeito deste filme. Infelizmente não tive tempo hábil para ler o livro, mas como também não pude ler o livro “O caçador de pipas” e adorei o filme, pensei que pudesse ter a mesma reação com Crepúsculo. Ontem a noite ignorei tudo e todos e fui ver o tal filme (baseado no best seller homônimo de Stephenie Meyer). A única coisa que eu sabia era a sinopse que se trata de uma adolescente, Bella, que se apaixona pelo vampiro Edward e que, a todo tempo, tinha que lutar contra seus instintos para não sugar até a morte a mulher que ama. Comecei a ver e aquela morbidade das cenas me deu uma sonolência incrível, mas continuei firme e forte porque o melhor estava por vir.
Perdoe-me fãs do filme, se não querem se aborrecer, sugiro que parem de ler aqui mesmo. Sei que poderei ser xingada e humilhada via web, mas preciso desabafar: que filme sem graça!
Adoro filmes de adolescentes, já vi muitos dos que todos falam que são ótimos, mas realmente esse não me encheu nem um pouco os olhos. Deveria ter lido o livro que, com certeza, deve ser bem melhor do que o filme, mas até a novela Vamp foi bem mais divertida e com um enredo melhor aproveitado. Por exemplo, Harry Potter, embora eu tenha dormido no final do primeiro filme, tenho que admitir que foi uma superprodução com uma história melhor e bem mais interessante.
Tudo bem, é linda a história de amor em que uma adolescente “se recusa” sentir todos os medos que qualquer uma sentiria sabendo que o “homem” que ama pode matá-la a qualquer momento (isso muito me lembra as mulheres de traficantes, mas tudo bem) e que basta apenas estar ao seu lado para se sentir feliz, porque até um beijo na boca pode fazer sua fome de sangue humano surgir (já que Edward e sua família são “vegetarianos” e só se alimentam de sangue de animais). Mas, e daí? Romance, fantasia e um pouco de suspense causam tanta euforia assim? É isso o filme?O final pede uma continuação que, com certeza terá, para a alegria dos produtores e para o sucesso das bilheterias de todo o mundo. Como lamento ter perdido A favorita.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Onde a moda tem vez

Ontem fui ao Shopping Vitória para comprar algumas coisas que usaria na minha apresentação de dança flamenca. Como toda época natalina, o shopping estava lotado. Cheguei no Giraffas e não pude deixar de jantar um de meus pratos favoritos, o estrogonoff de frango. Depois de perceber que meu prato preferido estava mais caro e com menos comida fui, enfim, comprar o que eu precisava. No caminho, sem querer, percebi que tinham muitas pessoas iguais. Meninas, pra falar a verdade. Todas estavam de sandálias, jeans, blusas caída nos ombros, maquiadas e com o cabelo liso. E nos dois pisos do shopping eu percebia que só mudavam as estampas das blusas. Seria uma padronização da moda ou das pessoas? E nas vitrines sempre tinham o que elas estavam usando. Eram pessoas de classe média e as de classe baixa e as meninas com cabelos cacheados tentavam imitá-las usando roupas de marcas inferiores e chapinha para deixarem os cabelos lisos.
Achei tudo aquilo tão mórbido e sem sentido. Não me ausento de culpa porque, como toda mulher, muitas vezes segui a “tendência” e me “uniformizei também. Sim, uma uniformização das pessoas. São com aqueles atendentes de lojas de departamentos que ninguém olha para o rosto ou como os garis que passam despercebidos entre nós no qual só o notamos devido ao cheiro que nos enjoa. Ninguém vê. A diferença entre essas meninas e os trabalhadores uniformizados talvez seja os perfumes caros que elas usam ou as roupas de qualidade superior. Nada mais do que isso.
Agora entendo porque a universidade é tão diferente do mundo aqui fora. Lá as pessoas tentam serrem autênticas a sua maneira. Nem sempre conseguem. Chamam mais atenção por sua aparência excêntrica do que realmente por seu estilo alternativo. São pessoas que tentam fugir da tendência e passam a existir de sua maneira. Mas o mais cômico de tudo é quando chega a hora de arranjar uma vaga de trabalho. Se forem preciso se vestirem de palhaços de circo, elas esse vestem e todo o seu conceito de “alternativo” e seja feliz a sua maneira vai por água a baixo. O mundo não tem lugar para o diferente.
Outra coisa que me chamou a atenção foi a quantidade de acessórios em prata que se vende a preço de banana no ponto de ônibus. Pessoas que são simples Macabéas da vida vendem cordões de prata a 10 ou 15 reais. Como diz uma amiga minha, “tá na cara que é 'cabrito' (roubado)”. E o mais interessante: as pessoas que os compram são justamente as que foram roubadas. Mas por que elas compram? Simples: a prata está na moda. Irônico, não?
Como bem mostrou Clarice Lispector, somos todos Macabéas dentro da grande cidade. Precisamos ser notados, mesmo quando não somos vistos. É, são as tiranias da vida.
...

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Casal de pingüins gays é ‘expulso’ de zoológico por roubar ovos


Algumas matérias merecem a minha admiração. Esta abaixo é uma delas:

Após protestos, zoológico chinês decidiu dar dois ovos ao casal. Segundo o zoológico, 'pingüins gays mostraram-se os melhores pais'.

Grupos dos direitos dos animais protestaram contra a "segregação" de um casal de pingüins gays, que tinha sido expulso de sua colônia em um zoológico em Harbin, no norte da China, por roubar ovos, segundo o jornal inglês "Daily Mail".

No mês passado, as aves foram segregadas depois que foram capturadas roubando ovos de outros pingüins e colocando pedras no lugar. A "segregação" dos dois pingüins machos acabou gerando protesto por parte dos visitantes do local.

Devido às reclamações, de acordo com "Daily Mail", o zoológico decidiu dar dois ovos ao casal. "Decidimos dar-lhes dois ovos de outro casal cuja capacidade para chocar tem sido fraca", afirmou um dos guardas do zoológico.Segundo o mesmo funcionário, "os pingüins gays mostraram-se os melhores pais de todo o zoológico". "É muito animador. Se isso terminar bem, vamos tentar torná-los verdadeiros pais com inseminação artificial", acrescentou.

Segundo o jornal inglês, especialistas explicaram que, apesar de o casal ser gay, os dois pingüins machos, que têm três anos de idade, ainda são impulsionados por um desejo de serem pais.

"Uma das responsabilidades de ser um macho adulto é cuidar dos ovos. Apesar do fato de que eles não podem ter ovos naturalmente, isso não lhes tira o desejo biológico de ser pai", afirmou um especialista ao "Daily Mail".

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Tropeços em meus momentos fúteis



Na segunda de manhã fui colocar em prática um de meus momentos fúteis fundamentais do mês: ir ao salão de beleza. Levantei as cinco da matina, me arrumei de forma básica (sem todos os meus adereços), peguei o ônibus e fui para o Instituto de beleza em Santa Lúcia. Quase chegando no local, dei uma rápida cochilada que me fez perder o ponto. Estava chovendo um pouco, tive que caminhar mais do que era necessário, estava com sono, com fome...mas nada disso me aborrecia já que a vontade (e necessidade) que eu tinha em dar um "realce" nos meus cachos era muito maior do que qualquer manifestação climática ou hormonal.


Quando cheguei havia cerca de umas 40 mulheres na minha frente. Pensava eu que o fato de estar chovendo na segunda de manhã afastaria a idéias de outras irem ao salão também. Pobre de meus pensamentos! Bem que eu havia lido nos jornais sobre as imensas filas que aconteciam nos salões por ser época natalina. Enfim, entrei na fila e fiquei lá esperando. Eram 7:00am e o salão abria as 7:30hs. Atrás de mim, para minha sorte (?) tinha uma amiga antiga de meu pai. Não sei o que passa na cabeça dessas pessoas que alguém que está como fome, frio, sono, cansada e pronta pra gastar o dinheiro que não tem quer ficar conversando as sete da manhã. Ela não parava de falar. Sei que ela se casou novamente, que vai se ,udar da Serra pra Vila Velha, que a Igreja é perto da casa dela, que o filho maior já mora sozinho, o menos tá no cursinho e por aí vai. Tudo porque eu simplesmente falei "oi, tudo bem?!". Descobri com isso que as mulheres são muito carentes de manhã. Quanto mais cedo, mais carentes. Enquato ela falava minutos a fio que pra mim pareciam horas uma outra mulher começava a dar seu ataque matinal.


Nunca tinha visto aquela mulher lá antes. Estava um pouco atrás de mim e, segundo ela, fazia tempo que não ia lá. Não sei o nome dela e nem me interessa saber. Por isso, a chamarei "carinhosamente" de Perua-Gorda! Peço desculps às minhas amigas fofinhos e a associação de peruas que também faço parte, mas não há outro "nome" que posso colocar nesse ser.


Essa Perua-Gorda chegou um pouco tarde e já reclamava que tinha que ficar na fila. Ela foi levar a pobre da filha dela de uns 13 anos, que se chamava Mariah, para se embelezar um pouquinho. A louca da mulher começou a gritar, literalemtne, que era um abuso que as mulheres esperassem tanto tempo para serem atendidas. Detalhe: o salão ainda não tinha sido aberto. Ela gritava que só porque as mulheres eram negras estavam esperando na chuva, que se fosse com gente branca isso nao aconteceria (a Perua-Gorda era branca e sua filha, mestiça!). Falou que iria chamar os jornais locais para fazer uma denúncia, que não se importava se as pessoas riam dela porque um dia todas iriam agrader ao seu "ato".


Depois de tanto infernizar a vida de todas que estavam lá, uma das atendentes do salão fez uma fila dupla e colocou todas nós para as dependência externas do salão. Quando entramos, ela recomeçou a reclamação. Falava e falava e falava que ela iria chamar os órgãos copetentes se se ela não fosse atendida em 15 minutos já que , para os bancos agora há lei que beneficie os clientes. Mas acho que ela não entendeu direito: a lei não é para bancos de salões de beleza e sim para bancos do setor financeiro, mas eu não ia explicar isso. Por fim, chegou uma das gerentes e explicou que realmente tinham muita gente para ser atendida, mas que todas as funcionárias do instituto estavam trabalhando para melhor nos atender e blá blá bla... (Por que ela não apgou mais caro para ser atendida???)


Ela ficou calma! Áí eu pensei: pronto, agora posso relaxar como sempre faço! Li algumas coisas, vi televisão e fiquei na espera de meu pai chegar para pagar a fatura (hehe). Quando finalmente fui atendida, por zuação de algum deus fanfarrão, a filha da Perua ficou do meu lado. Pobre menina, parecia ser simpática. Me deu um sorriso meuio tímido e ficou na dela. Do nada, vem a Perua reclamando que todas as vezes que a filha dela ia ao salão ela passava mal e começou a reclamar novamente. Depois desse surto, ela some e reaparece com um pote de salada de frutas obrigando a Mariah a comer porque, segundo ela, tinha "leite condensado". Não sei ao certo qual tipo de reação isso pode causar no organismo, mas ela empurrava na boca da menina de uma tal forma usando essa desculpa que resolvi até dar uma estudada sobre as propriedades nutricionais do leite condensado. Enfim, não achei nada demais não, além do sabor, lógico.


Depois da salada de frutas, fui perceber o quanto era inocente. Pobre de mim, pensei que ela tinha ido embora ou se conformado com o não-sei-o-quê! Mas não, ela voltou! Na hora de pentear os cabelos, lá estava ela reclamando do cheiro que ficou no cabelo da filha dela. Sim, ela mandou chamar a gerente e novamente Mariah volta para o lavatório. Nunca, em minha vida, eu pensei que fosse tão sacrificante um dia no salão de beleza, algo que antes para mim era tão bom quanto chocolate. Sei lá, acho que não gosto mais tanto de salada de frutas...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Tão Bem (Lulu Santos) com alguns esclarecimentos!


Lulu Santos, sempre advinhando o que eu penso. Esta música retrata parte de um momento muito especial que vivo agora, mas com algumas ressalvas:

1° Tire o "Ela" ficou muito lésbico (sem homofobia)
2° Não estava errando de bar em bar, porque mesmo se eu quisesse me embriagar não teria grana para isso. É apenas um exagero lírico.
3° A pessoa não é lendária e ela me faz muito bem.


Ela me encontrou, eu tava por aí
Num estado emocional tão ruim
Me sentindo muito mal
Perdido, sozinho
Errando de bar em bar
Procurando não achar
Ela demonstrou tanto prazer
De estar em minha companhia
Que eu experimentei uma sensação
Que até então não connhecia
De se querer bem
De se querer quem se tem
E ela me faz tão bem, ela me faz tão bem, que eu também quero fazer isso por ela...

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Gooooooooooooollllllllllllllllllllll


Finalmente! O que parecia impossível aconteceu. Graças ao talento, força e garra da Quel Frois, o primeiro (e não último) gol das “Tupiniquetes” saiu durante o primeiro jogo contra o “O que é arte?”. Tá certo que o time, agora chamado Dupliquetes Dolls, ganhou o troféu Kiboa por ter ficado em quarto lugar da classificação geral do feminino (pra não dizer em último lugar), entretanto o fato de ser a primeira vez em cinco Futcoms que “surge” um gol, feito com “drible” e que o juíz veja e aceite como um gol é um fato histórico na turma de 2005/2! E a milagreira não pode deixar de fazer uma comemoração personalizada, ou seja, no seu estilo: caiu em que(l)da-livre (pra não dizer de bunda no chão) quando foi abraçar a jogadora Cat que, ao ter medo da reação da artilheira, se desvencilhou e deixou a gravidade falar mais alto! Mas mesmo assim, Quel não deixou por menos: levantou e deu sua clássica sambadinha qunado todos pensavam que a dor do joelho falaria mais alto!!! Parabéns pelo brilhantismo Quel Frois, atual artilheira das Tupiniquetes/Dupliquetes Dolls com uma goleada de um gol que salvou o nosso time e a nossa honra. Agora sim podemos nos formar!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Coisas da graduação...

Tudo começou quando a turma de Direito resolveu colocar uma célebre frase em camiseta e ela virou moda no campus:"Seu namorado faz direito? Vem cá que eu faço".
Em seguida, o pessoal de Medicina largou a seguinte: "Ele pode até fazer direito, mas ninguém conhece seu corpo melhor que eu."
O pessoal de Administração não deixou para menos: "Não adianta conhecer o corpo, fazer Direito se não souber Administrar o que tem"
O pessoal de Administração ficou bem na fita, quando a Turma de Agronomia apareceu com a seguinte frase: "Uns conhecem bem, outros fazem direito, e alguns sabem administrar o que tem, mas plantar a mandioca como nós ninguém consegue!"
O pessoal da Publicidade largou esta: "De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar e plantar a mandioca, se depois não puder contar pra todo mundo?"
A turma da Engenharia: "De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, e poder contar pra todo mundo, se não tiver energia e potência para fazer várias vezes?"
A frase campeã ERA a da Economia : "De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, poder contar pra todo mundo, ter energia e potência para fazer varias vezes, se mulher gosta mesmo é de dinheiro? ”
Nova frase das meninas da nutrição: "De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, poder contar pra todo mundo, ter energia e potência para fazer várias vezes e ter dinheiro... se no final das contas a gente sempre precisa ensinar a comer! ”